Sábado, 28 de Outubro de 2006

CSI: LAS VEGAS

Hoje é dia de falar sobre crime. Mais precisamente, de crime sob investigação ou para quem prefere abreviaturas, CSI. Atenção, lê-se soletrando e não de rajada. A não ser que tenham sotaque de Viseu e então ficava qualquer coisa como Chi: Las Begas.  Em inglês, as siglas são as mesmas mas o significado é um pouco diferente. Nos E.U.A chamam-lhe: Crime Scene Investigation, e é supostamente um departamento pertencente às policias municipais. Supostamente, porque afinal é uma série de ficção, embora digam que não anda longe da realidade. Se bem que não estou a ver os nossos policias barrigudos e com bigodes farfalhudos, da Policia Judiciária vulgo Judite, a fazerem recolha de provas criminais de luvas calçadas e colocando com pinças tudo em saquinhos. Ora, esta coisa do CSI é uma excelente série americana, como não poderia deixar de ser, e em cada episódio são resolvidos os crimes mais hediondos que se possam imaginar. Para quem não sabe do que se trata, é mais ou menos isto: uma mulher apanha o marido na cama com outra num motel e dá um tiro na cabeça de cada um com a caçadeira do marido. Atenção, não é um tiro nos cornos, a menos que essa mulher cometa suicídio depois de limpar o sebo ao marido e sua amante. Entretanto, quando vai a sair do motel, dá-lhe uma vontade enorme de fazer chichi e vai à casa de banho do quarto. Depois de se aliviar, e enquanto lava as mãos, abre o armário por cima do lavatório e tira todos os sabonetes e toalhetes que encontra. De seguida, quando se dirige para o carro deixa cair um dos sabonetes sem se perceber. Ao arrancar com o seu carro, pisa esse mesmo sabonete antes da fuga. Então, e depois de todos estes acontecimentos, surge em acção a equipa do CSI pronta para recolher todas as provas do local do crime. Mas não se pense que eles se limitam a apanhar coisas do chão ou a dar uma vista de olhos à pressa... Eles fazem tudo com muito estilo e utilizando equipamentos de tecnologia de ponta. Atenção, tecnologia de ponta não são aquelas bombas propulsoras para o pénis, isso é outro tipo de equipamentos. Depois de colocarem tudo nos tais saquinhos e de vasculharem todos os orifícios dos cadáveres, levam as tais provas para os seus sofisticados laboratórios. Então, com a ajuda dos computadores, das calculadoras, de uma máquina de acetatos, duma máquina de café, duma centrifugadora, duma chaleira e dum micro-ondas, desvendam a autoria dos crimes. No exemplo que dei, o resultado seria este: a tampa da sanita não estava levantada, logo só podia ser uma mulher e nenhuma teria um melhor motivo do que a mulher enganada. E também só uma mulher levaria sabonetes dum quarto de hotel, claro está. Além disso, a caçadeira estava registada em nome do marido adúltero e as marcas dos pneus da criminosa ficaram gravadas no maldito sabonete. E pronto, com o CSI é assim. Quando a culpa parece morrer solteira, estas equipas de gente bem parecida e bem vestida chegam e resolvem tudo num ápice. A minha série preferida é a de Las Vegas pois conta com o profissionalismo do detective Grissom, a inteligência da Sara e, principalmente, a beleza da Catherine. Sim, esta ruiva quarentona é a melhor razão para assistir todas as semanas aos episódios do CSI: Las Vegas. Depois de morrer, gostaria de ser autopsiado por esta mulher. É o meu último desejo. Isso e um telemóvel dentro do caixão pois nunca se sabe... Obrigado.

chavascado por suinoecultura às 00:00

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Segunda-feira, 23 de Outubro de 2006

SOPA DE LEGUMES

Hoje é novamente um dia de regresso à blogosfera. Eu sei que já disse isto antes mas acreditem que agora é mesmo a sério. Aliás, basta repararem na maneira como eu escrevi que estou mesmo de regresso. Sim, eu não me limitei a dizer que regressei à blogosfera. Eu admiti, peremptoriamente, que estou de regresso à blogosfera. O que é bem diferente do que dizer pura e simplesmente que regressei à blogosfera. Isto que fique bem esclarecido pois eu não ando aqui a dizer que voltei à blogosfera por dá cá aquela palha e não sei quê... Estou de pedra e cal e, cá está outra de vez, de regresso à blogosfera. Viram a diferença? Ah pois é, eu cá não brinco com coisas sérias! Bom, agora vou esclarecer também porque raio disse no último post que tinha regressado à blogosfera mas afinal isso não chegou a acontecer. A explicação é simples: além de não ter escrito que estava de regresso à blogosfera com a mesma convicção com que o fiz ainda agora, e o qual ficou inequivocamente provado, houveram também factores alheios à minha vontade de regressar mesmo à blogosfera como disse no passado mês de Setembro. Ora, esta impossibilidade foi da responsabilidade de certas mulheres. Reparem que eu não disse uma mulher mas sim as mulheres, no plural, como podem reparar pelas duas letras que eu acrescentei à palavra mulher. Além de que eu também não disse as mulheres mas, ao invés, certas mulheres. O que prova que eu sei de que mulheres estou a falar pois na verdade foi com estas mulheres com que eu me cruzei e pelas quais fui impossibilitado de regressar à blogosfera como tinha dito que o fazia mas acabei por não o fazer. Comigo é assim, tudo muito bem explicadinho para que não surjam dúvidas que possam atentar ao meu bom-nome mesmo que para muita gente o meu nome não tenha nada de bom. Sim, de facto certas mulheres, cá estão elas, impediram-me de ter tempo para publicar neste blog e consumar o tal regresso à blogosfera que anteriormente mencionei e até expliquei. Não sei porquê, ou por qual fenómeno, me vi envolvido com tantas mulheres nestes último meses. Para que lado fosse, lá estava uma mulher, se descia lá estava outra, se subia dava de caras com mais uma mulher... Enfim, eram mesmo várias mulheres à minha volta, ou como eu sabiamente as apelidei de imediato: certas mulheres. E certas mulheres porquê? É simples: porque só mesmo certas mulheres me poderiam rodear. E eu quando digo rodear, não me estou a referir ao facto destas mulheres se disporem em circulo à minha volta tipo o jogo da cabra-cega... Elas não só me rodeavam como também me apertavam contra certas partes dos seus corpos, umas contra as outras e eu contra todas. Bem comparado, era um pouco como aquela música do Paulo de Carvalho. Lá estavam aquelas meninas à minha volta, deixando o meu corpo a arder, tal e qual uma fogueira. Apesar de parecer que dá para perceber o que eu quero dizer, vai-se a ver e não dá. Sim, porque eu sei que as Vossas mentes pecaminosas julgam que eu passei estes dois últimos meses envolvido em grandes bacanais de sexo com várias mulheres ao mesmo tempo... Mas não, nada disso. Até porque, eu sou um fulano com uma elevada moral devido à minha vasta educação religiosa. Sim, eu não ando por aí embrulhado com várias mulheres só porque estas decidem rodear-me como quem quer mesmo a coisa. Nos meus tempos de catequese, aprendi que devemos somente fazer sexo com as mulheres que amamos e nada mais do que isso. Logo, todo o bom católico solteiro pratica a masturbação. Porém, eu apenas fui um católico devoto durante a minha puberdade, embora ainda mantenha alguns desses valores sempre que o jejum assim o exige. De realçar, portanto, a diferença entre eu dizer que fui rodeado por certas mulheres e não por quaisquer mulheres. Sim, porque não são quaisquer mulheres que me rodeiam, de tal forma, que me impossibilitam de regressar à blogosfera e de faltar com a minha palavra. Têm que ser mesmo certas mulheres. Obrigado.

chavascado por suinoecultura às 00:00

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